
domingo, 23 de abril de 2017
Avós dos outros
Uma família decorou a igreja onde se realizou o funeral da avó, com 100 mantas feitas pela senhora:

Este blog também comenta a cena "hygge"
Nunca poderíamos adotar esse estilo de vida porque quando olhamos para determinadas coisas temos tão boas recordações que não nos conseguimos desfazer delas! E temos a sorte de ter espaço para as guardar!
Fomos guardando peças da Playmobil/Lego, que eram nossas e dos nossos primos e andavam espalhadas pela Casa Azul e, agora, continuam a ser usadas pelas crianças que nos visitam, incluindo os bisnetos que dão continuidade às brincadeiras dos seus pais!
Fomos guardando peças da Playmobil/Lego, que eram nossas e dos nossos primos e andavam espalhadas pela Casa Azul e, agora, continuam a ser usadas pelas crianças que nos visitam, incluindo os bisnetos que dão continuidade às brincadeiras dos seus pais!
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Corte Primavera-Verão
sábado, 1 de abril de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
Do nosso instagram
@netasdacasaazul
Sermos turistas numa das nossas cidades e descobrir sítios tão simpáticos Zeca Aveiro! E com os segundos melhores chás (o primeiro é o chá da avó!) Glory Tea!
Sermos turistas numa das nossas cidades e descobrir sítios tão simpáticos Zeca Aveiro! E com os segundos melhores chás (o primeiro é o chá da avó!) Glory Tea!
Noite dos Óscares é sinónimo de serão, por isso há que preparar reforços!
A Neta Mais Nova fez serão por causa dos Óscares, o serão da Avó foi a ver o "Preço Certo Especial 3000"!
A nossa mãe fez 65 anos e nós fizemos o seu bolo favorito: bolo da laranja inteira.
Fomos ao funeral de um grande amigo do avô (e da família) e, sem combinarmos, cada uma levou o avô simbolicamente consigo.....
segunda-feira, 13 de março de 2017
Qualquer semelhança com baby blogs é pura..... realidade!
A Avó andava a dormir mal por ter tosse, por isso (a par da medicação que estava a tomar) decidimos experimentar uma dica que ouvimos algumas vezes: colocar uma cebola na mesinha de cabeceira.
Logo na primeira noite dormiu sem tossir! A partir daí, fez questão de ter, na sua mesinha-de-cabeceira, as suas santinhas e, também, uma cebola.
Quando falámos a alguns amigos desta solução, a maior parte já conhecia por fazer o mesmo..... com os filhos!
domingo, 5 de março de 2017
Avós dos outros
A Rafaela partilhou connosco uma música do Samuel Úria, dedicada ao seu avô:
A música, em particular, a letra é tão bonita:
Um coração hospitaleiro
Deve ser aberto
E a grande cicatriz no peito
É de homem inteiro.
Teve na boca a Palavra,
Nas mãos calçadeira,
Que andar junto aos pés do homem é coisa cimeira.
Foi assim Armelim.
Ainda que estranho, era o nome de um homem honrado.
Armelim não tem fim
Que há nomes tão fortes que a morte só leva emprestado.
Severo quando ser severo
É ser-se acertado.
Tão recto que um fio de prumo
fica embaraçado.
Deu aos seus braços a forma de quem abriga;
Deu o seu lugar a todos menos à fadiga.
Vestiu os pés de toda a vila,
Mas vestiu também o chão
Com essas grandes pegadas do seu coração.
Foi assim Armelim.
Ainda que estranho, era o nome de um homem honrado.
Armelim não teve fim
Que há nomes tão fortes que a morte só leva emprestado.
Só tinha um sobrenome mas bem o dizia
Quando alguém lhe perguntava a quem ele servia.
Chegou-me esse nome por sangue materno,
Mas também pela opção
De ir pelas mesmas pegadas que aquele coração.
A música, em particular, a letra é tão bonita:
Um coração hospitaleiro
Deve ser aberto
E a grande cicatriz no peito
É de homem inteiro.
Teve na boca a Palavra,
Nas mãos calçadeira,
Que andar junto aos pés do homem é coisa cimeira.
Foi assim Armelim.
Ainda que estranho, era o nome de um homem honrado.
Armelim não tem fim
Que há nomes tão fortes que a morte só leva emprestado.
Severo quando ser severo
É ser-se acertado.
Tão recto que um fio de prumo
fica embaraçado.
Deu aos seus braços a forma de quem abriga;
Deu o seu lugar a todos menos à fadiga.
Vestiu os pés de toda a vila,
Mas vestiu também o chão
Com essas grandes pegadas do seu coração.
Foi assim Armelim.
Ainda que estranho, era o nome de um homem honrado.
Armelim não teve fim
Que há nomes tão fortes que a morte só leva emprestado.
Só tinha um sobrenome mas bem o dizia
Quando alguém lhe perguntava a quem ele servia.
Chegou-me esse nome por sangue materno,
Mas também pela opção
De ir pelas mesmas pegadas que aquele coração.
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