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domingo, 22 de outubro de 2017

Uma semana depois....

O nosso concelho a mostrar quem manda!
(Foto: Ana Rita Martinho)

Coisas bonitas que se encontram nas doações que estão a ser entregues nos bombeiros da nossa vila.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

15 de outubro de 2017

Da janela da nossa casa, temos a sorte de ver pouco do verde que restou no nosso concelho (e no concelho vizinho, que também é nosso). Domingo à noite, vivemos os piores momentos da nossa vida, quando sentimos que o fogo ia descer esta encosta: pessoas aos gritos, sinos a rebate e as chamas imparáveis. 
Tentámos cumprir as regras que havíamos lido minutos antes e depois ficámos à espera, com os amigos/família/vizinhos numa rede de apoio que tanto nos tranquilizou. O vento salvou-nos, mas a nossa sorte foi o azar de outros, sentimento contraditório...
A avó sempre a dormir, uma sorte no meio do desespero! 

Conhecer os sítios de que tantos falam, conhecer as pessoas das histórias que tantos partilham é uma estranha sensação de proximidade a uma realidade que nunca pensámos viver.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Natal na Casa Azul

Depois de o Natal do ano passado ter sido mais contido, este ano, retomámos as tradições.


Apanhar musgo e outros verdes.


Natureza, muita coisa reciclada e algumas coisas novas.


A pedido da Avó, um jarra com azevinho do quintal dos nossos pais, para colocar no seu cantinho.


Pormenores

 

O presépio com as figuras da nossa infância, sem esquecer o rio feito com papel de alumínio! 

sexta-feira, 25 de março de 2016

Tarde emotiva na Casa Azul

Há cerca de um ano publicámos aqui esta história:

"Um desses miúdos, agora adulto, passou parte da sua infância na Casa Azul e conta-nos que, ainda agora, lê o jornal todos os dias, hábito que adquiriu com a nossa Avó, que tem a quarta classe!"

Hoje, esse miúdo, agora com 57 anos, veio visitar a Avó, após muitos anos sem se verem.
Confessou-nos que ainda não o tinha feito por cobardia, pois receava que a Avó não o fosse reconhecer, mas ela, assim que o viu, disse logo o nome dele!

Os pais dele foram caseiros aqui em casa e, quando vieram para cá, ainda só tinham este filho com 3 anos.
Contou-nos, muito emocionado, que a Avó é a segunda mãe dele, que mantém uma enorme admiração por ela pois era uma senhora muito à frente do seu tempo, que não fazia diferença entre ele e as suas duas filhas.
Voltou a contar-nos do hábito de ler o jornal que adquiriu cá em casa com a Avó e que se mantém até aos dias de hoje.

Depois dele, nasceram mais 9 filhos. Todos eles passaram muitos anos nesta casa e, ainda hoje, temos fortes ligações, uma vez que os nossos Avós, Pais e Tios e a Neta Mais Velha são padrinhos/madrinhas de alguns filhos e netos.

A frase que a Avó mais disse, durante a tarde, foi "criar é amor"!

Como a Avó está com muita tosse, pedimos a um dos antigos médicos de família dos avós, e o seu médico favorito, para vir cá casa, evitando a ida às urgências.
As visitas chegaram depois do médico e a Avó fartou-se de dizer "até parece que já estou melhor"!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Dúvidas da Avó

Na semana passada, houve um sismo na nossa região e a Casa Azul tremeu.
À noite, a Avó perguntou como é que isso acontecia e nós tentámos explicar-lhe que, no interior da terra, se passa muita coisa que origina este tipo de fenómenos. Diz a Avó:

E quando abrem as covas nos cemitérios não dão conta?

Explicámos-lhe que era muito mais abaixo e a Avó concluiu:

Se houver tanto para baixo como há até lá cima, então é mesmo muito fundo!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Passear contigo...

Quem leu o titulo do post a cantar e terminou com "... amar e ser feliz!" vai reconhecer o duo do postal autografado que encontrámos cá em casa!


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Vida na aldeia

No quintal e na quinta há quase sempre fruta:


Fruta feia, mas muito boa!

E os amigos/vizinhos/família trazem fruta que nós não temos:


A melhor melancia que comemos nos últimos anos.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Recordações de infância - Biblioteca itinerante Calouste Gulbenkian

O nosso gosto pela leitura e o amor pelos livros foi-nos incutido pelo nosso Pai que nos inscreveu na Biblioteca Itinerante Calouste Gulbenkian.
Uma das nossas grandes recordações de infância é sairmos da Casa Azul e irmos para a estrada principal esperar a "carrinha vermelha"!



sexta-feira, 8 de maio de 2015

sexta-feira, 20 de março de 2015

Avós dos outros - especial Tia/Avó Nazaré

A Tia Nazaré é uma referência das nossas vidas! Vinha muitas vezes de Lisboa "à terra" visitar a família e conquistava-nos pela simpatia e pelos cozinhados, que vendia para fora!
Os seus cook-sisters serão sempre o doce das nossas vidas!

Para além do gosto e do jeito para a cozinha, a Tia Nazaré deixou um legado material que ainda hoje é usado pela sua neta, uma das nossas primas mais próximas!
Não resistimos a partilhar aqui algumas fotos:

O cortador ainda frequentemente usado, com a respectiva embalagem

 Recortes soltos dentro do livro de receitas

 Livro de receitas da Avó Nazaré

Talões de descontos da Royal

A sua filha mais velha também herdou a mão para a cozinha e guarda algumas relíquias:

 
Livro da Pantagruel, prenda de casamento, para o qual fez uma capa de protecção 

 Esta é uma das edições ainda autografada pela própria autora, Rosa Berta Limpo

terça-feira, 10 de março de 2015

Netas mecânicas

O carro do Avô, por vezes, fica sem bateria. Então, ao longo destes anos, fomos aperfeiçoando as técnicas para o tirarmos da garagem e fazermos a troca de bateria com o nosso.

Depois de tentativas de melhor posicionamento dos carros, cordas partidas, cordas presas dentro do carro, com a mala aberta, porque não sabíamos da "argola" que enrosca na zona do pára-choques traseiro, ou de puxarmos o carro do Avô, num plano inclinado, sem nenhuma de nós lá dentro, hoje em dia, já somos verdadeiras especialistas!

O kit completo para esta operação está sempre preparado: cabos, "argola", corda grossa e uma tábua para ajudar o carro a subir o desnível da garagem.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Casa Azul

Para nós, a nossa casa é  a Casa Azul, como sempre referimos. Mas já nos aconteceu dizê-lo a algumas pessoas que a conhecem e estranham....
Até que reparámos que, actualmente, a Casa Azul já não é assim tão azul pois foi perdendo a cor.
Mas aqui fica a prova! A Casa Azul, anos 80/90:


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Saúde do Avô

Não costumamos publicar posts sobre os problemas de saúde dos Avós por preferirmos manter um registo mais positivo. Mas, hoje, achámos que valia a pena abrir uma excepção.
O Avô tem estado de cama com uma gripe bastante forte, por isso, tivemos de chamar o médico favorito deles que vem cá a casa, sempre que necessário.


Como foi médico de família dos Avós durante alguns anos, conhece todos os problemas de saúde que o Avô tem ou foi tendo ao longo da vida: cardíacos, uso de pacemaker; diabetes; insuficiência renal, problemas pulmonares...
Antes de ir embora, disse-nos algo paradoxal vindo de um médico:

- O vosso Avô ainda estar cá entre nós é um milagre...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Terça feira gorda!

Terça-feira gorda é dia de......


Cozido à portuguesa, especialidade da nossa mãe


Carolas, papas de milho


E para modernizar, uma sobremesa improvisada: folhados de massa filo com maçã, nozes e canela!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Tradições de Natal

Quando regressámos à Casa Azul, retomámos a tradição de apanhar musgo para fazermos o presépio como na nossa infância.


É o dia de percorrermos as terras que são dos Avós para apanharmos também hera, azevinho e outros verdes.